Blog pessoal de reflexões, teologia, subsídios EBD, pentecostalismo, filosofia, política e outros assuntos

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Conheça meu novo blog, o Abordagens Paulinas

Enquanto dou uma pausa no artigo sobre o ministério cristão, pretendo neste texto dar algumas explicações sobre meu novo projeto, que já está em andamento. O blog Abordagens Paulinas, já era um sonho antigo que se tornou uma realidade.

Desde o início dos meus estudos bíblicos e teológicos me identifico com os escritos de Paulo, com sua história, que se inicia no escrito de Lucas, em Atos dos Apóstolos, e com o alto teor doutrinário de suas epístolas. A teologia paulina é uma das minhas maiores paixões teológicas, claro juntamente com a exegese neo-testamentária e o bom uso do grego koinê.

Além deste blog pessoal, um forte desejo do meu coração era criar um blog específico ou um local na web, onde eu poderia contribuir para o entendimento de muitos irmãos, e estudiosos, que assim como eu apreciam a teologia de Paulo.

Propósitos

Elenco aqui, algumas diretrizes, objetivos e propósitos desse projeto ousado. Na descrição do blog, que você poderá encontrar também na página do facebook, resumo da seguinte forma o que pretendo:

Um blog que visa abordar, dialogar e compartilhar a teologia paulina.

O propósito do Abordagens Paulinas, é abordar tudo sobre Paulo: Sua visão do evangelho, abordagens dos mais variados estudiosos, citações paulinas, exegese, críticas de obras literárias, e textos sobre o contexto da época do apóstolo dos gentios. Enfim, o enfoque desse blog é Paulo e sua teologia.

Sobre textos e artigos

Já foram postadas algumas coisas no blog, citações, introduções, textos e artigos. Deixo para os interessados alguns links, que na minha opinião são bem relevantes para futuros estudos e pesquisas no campo da teologia paulina:

Prólogo, Paulo um desafio. Por Udo Schnelle. Clique aqui.

Romanos 9. Uma interpretação correta é possível? Clique aqui

O contexto cultural nos tempos de Paulo. Clique aqui

A conversão de Paulo é a de um intelectual fariseu. Clique aqui

Facebook e twitter

Sim! O blog está nas redes sociais!

Este é o link para a página no facebook. Clique aqui

Link para o twitter. Clique aqui

Um pedido aos meus leitores

Peço encarecidamente a você caro leitor, que siga meu novo blog, leia os artigos, e compartilhe os posts com seus amigos. Tenho muitos planos para este novo projeto, e conto com a oração de todos, e com ajuda e auxílios. Claro! Opiniões são bem-vindas, bem como sugestões de temas e artigos. Enfim, Deus abençoe a todos!





sábado, 27 de agosto de 2016

Reflexões sobre o ministério cristão: Parte 2


E ele designou uns como apóstolos, outros como profetas, outros como evangelistas, e ainda outros como pastores e mestres. (Efésios 4.11)

Continuando minhas reflexões sobre o ministério cristão, pretendo neste texto abordar a questão do dom ministerial de evangelista. Esse dom, foi de suma importância para a propagação do evangelho na igreja primitiva, e a divulgação das boas novas nos territórios gentílicos, se deu por intermédio de homens vocacionados por Deus para evangelizar.

Segundo Barclay, “a eles correspondem na atualidade os que chamamos missionários. Paulo escreve a Timóteo: "Faz obra de evangelista" (2 Timóteo 4:5). Os evangelistas eram os portadores das boas novas. Não possuíam o prestígio e a autoridade dos apóstolos enviados diretamente pelo Senhor; tampouco possuíam a influência dos profetas inspirados pelo Espírito; eram os missionários de batalha da Igreja portadores da mensagem das boas novas a um mundo que jamais o tinha ouvido. No Novo Testamento os evangelistas apenas sim se mencionam; mas deveram ter sido os servidores anônimos que levaram o nome de Cristo a todo mundo”.

No capítulo 8 do livro de Atos dos Apóstolos, vemos as narrativas dos dois primeiros evangelistas da igreja primitiva, que deram uma grande contribuição para que a mensagem do evangelho fosse anunciada, e os riscos eram grandes, e mesmo assim, eles foram fieis, destemidos e ousados ao cumprirem seus respectivos ministérios. Estevão e Filipe foram homens a frente de seu tempo!

Essa série, é somente introdutória e de caráter reflexivo, e em futuros artigos, pretendo elencar com maiores detalhes a questão do dom ministerial de evangelista. Existe uma tese de doutorado, que explica com detalhes históricos e precisos a formação do pensamento hierárquico da AD, e recomendo aos meus leitores a leitura. Para maiores informações, entrem neste link.

Encerro este texto, falando diretamente dos nossos ministros. Sim! Em nossas convenções, os evangelistas são chamados assim, pois são filiados na CGADB ou na CONAMAD. Infelizmente, a banalização do ministério cristão, no contexto assembleiano e pentecostal é uma realidade, e muitos só pensam no cargo, na função em si ou no status, que remete automaticamente a uma promoção ao pastorado.

Em seu livro, o Desafio da Evangelização, o pastor e teólogo pentecostal Claudionor de Andrade vai direto ao ponto, explicando essa característica preocupante:

“Em algumas igrejas, o evangelista é visto mais como investidura eclesiástica do que, propriamente, como dom ministerial. Conclui-se que somente deve ser reconhecido como evangelista o que foi agraciado com semelhante dom. Doutra forma, teremos um clero inflado de evangelistas que, em vez de ganhar almas para Cristo, desgastam-se emocional e espiritualmente, aguardando uma eventual promoção ao pastorado. A hierarquização eclesiástica, nesse sentido, é mais do que nociva ao crescimento saudável do corpo de Cristo; é deletéria e mortal. Que sejamos criteriosos na escolha daqueles que sairão pelo mundo a proclamar a mensagem do evangelho”.

Pois é, o critério, a reflexão e a conscientização da escolha são fatores que devem ser levados em conta pelas nossas lideranças e convenções e esse fato está longe de uma solução. Enfim, pelo menos, nós podemos analisar e pensar sobre um futuro melhor para nossas igrejas, ministérios e convenções. Compartilhe esse post com seus amigos obreiros nas redes sociais! 

Na última parte dessa série, pretendo falar justamente sobre a escolha de obreiros para o ministério e sobre a consagração de pessoas que não são chamadas por Deus, mas por causa de vários fatores, como: o status social, família e acordos políticos são apresentadas. Aguardem! Deus abençoe a todos! Amém!

Fontes:

[1] Bíblia Sagrada Almeida Século 21.

[2] Barclay, William. Gaiatasy Efésios. Buenos Aires: Editorial la Aurora.

[3] Claudionor de Andrade. O Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de Levar as Boas Novas a Toda a Criatura. CPAD.


sábado, 13 de agosto de 2016

Reflexões sobre o ministério cristão: Parte 1


Caros leitores, venho por intermédio dessa série refletir sobre o ministério cristão e suas particularidades. Ora, trabalhar na igreja é uma coisa muito séria, e infelizmente nossa contemporaneidade cristã parece não entender isso. Neste primeiro texto, que é introdutório, pretendo apenas destacar algumas coisas do capítulo 3 da primeira epístola pastoral de Paulo a Timóteo. Na segunda parte dessa série, vou elencar algumas coisas sobre o dom ministerial de evangelista, e a parte final focarei sobre o papel de nossas lideranças eclesiásticas, pastores e convenções a respeito de quem deve ou não ser separado para ser obreiro na igreja.

Bom, sobre a procedência e dinâmica do ministério cristão, em 1 Timóteo capítulo 3, vemos claramente os deveres dos presbíteros, bispos e pastores. Duas coisas me chamam a atenção nesse texto, e infelizmente muitos não se atentam para estes fatos. A primeira, é sobre o significado das palavras presbíteros, bispos e pastores. Ora, quando analisamos o texto original, ou seja, o grego, constatamos que essas três palavras tem o mesmo significado.

A palavra grega Επισκοπης, que remete a palavra Episkopos, traz a ideia de: investigação, inspeção, visitação, ou dirigente de uma Igreja Cristã.  A segunda coisa, que percebo no texto, é que na verdade ele fala sobre a questão da dedicação, vocação, e desejo por ensinar a palavra de Deus.  Paulo diz claramente em 1 Timóteo no versículo 2 do capítulo 3 na parte final que o obreiro cristão tem que ser apto para ensinar. No original grego, a palavra διδακτικον, que está relacionada com didática, significa alguém que é capaz, ou é perito no ensino cristão.

Cá entre nós, eu pergunto: quais seriam os motivos de vermos tantos obreiros despreparados em nossos púlpitos? Vou tentar responder nas próximas postagens sobre essa grande problemática em nosso cristianismo moderno, mas refletindo ainda sobre as duas palavras gregas que citei, entendo que elas têm sido mal interpretadas em nossa contemporaneidade cristã e teológica, justamente, por causa da falta de preparo teológico de muitos líderes cristãos, e por causa também do neo-pentecostalismo, que idolatra, ou prioriza o obreiro cristão a uma posição anti-bíblica.  

Para encerrar, tem a questão de muitos supostos aspirantes ao ministério cristão, que são reconhecidos, sagrados, e separados para serem presbíteros, bispos, ou até pastores sem ao menos ter o dom do ensino, ou da pregação, até porque, em se tratando da palavra de Deus, não podemos fugir do que é correto, e se a Bíblia diz que o aspirante ao episcopado tem que ser apto para o ensino, ele tem que saber ensinar. Mas, muitos líderes, querem separar obreiros, sem preparo, só por causa de status. Meu desejo, é que os líderes, e pastores, de nossa nação, reflitam mais sobre estas duas verdades, sobre o ministério cristão, que não podem ser desprezadas, ou tiradas de nosso contexto contemporâneo protestante e evangélico.

Aguardem, em breve estarei disponibilizando as próximas partes dessa série.

Fontes:

Léxico do Novo Testamento Grego - F. Wilbur Gingrich e Frederick W. Danker. Editora Vida Nova.

Dicionário bíblico Strong – Hebraico, Aramaico e Grego de Strong, Sociedade Bíblica do Brasil.

Chave linguística do Novo Testamento - Fritz Reinecker e Cleon Rogers, Editora Vida Nova. 

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Assunto do quarto trimestre de 2016 das lições bíblicas


Esta é a capa e o tema do 4º trimestre de 2016 da Revista Lições Bíblicas Adultos!

O Deus de toda provisão - Esperança e sabedoria divina para a Igreja em meio às crises.

Comentários: Pr. Elienai Cabral.

Sumário:

Lição 1 - A Sobrevivência em Tempos de Crise

Lição 2 - A Provisão de Deus em Tempos Difíceis

Lição 3 - Abraão, a Esperança do Pai da Fé

Lição 4 - A Provisão de Deus no Monte do Sacrifício

Lição 5 - As Consequências das Escolhas Precipitadas

Lição 6 - Deus: O Nosso Provedor

Lição 7 - José: Fé em Meio às Injustiças

Lição 8 - Rute, Deus Trabalha pela Família

Lição 9 - O Milagres Está em Sua Casa

Lição 10 - Adorando a Deus em Meio a Calamidade

Lição 11 - O Socorro de Deus para Livrar o seu Povo

Lição 12 - Sabedoria Divina para Tomada de Decisões

Lição 13 - A Fidelidade de Deus


Fonte: Editora CPAD.

sábado, 6 de agosto de 2016

Um cristão pode jogar Pokémon Go?


Caros 57 leitores, por causa da nova onda que permeia nossa juventude e demais brasileiros atualmente, resolvi expor aqui no blog minha opinião sobre o jogo Pokémon Go. No que se refere aos cristãos, fica no ar a grande pergunta: Pode o cristão jogar isso?

Bom, antes de deixar o que penso sobre o assunto, preciso lembrar do desenho que era transmitido no final dos anos 90 na TV brasileira. Era um sucesso, e muitas crianças assistiam. Lembro-me muito bem, dos meus tempos de infância quando eu via o tal desenho e seu concorrente o Digimon.

O anime japonês foi o responsável por alavancar a audiência de Eliana, na Record. Disputando, na época, com o “Angel Mix” (Globo) e com o “Bom dia e Cia” (SBT), a direção da Record decidiu pela compra dos direitos de “Pokémon” para ser transmitido dentro das três horas de exibição do “Eliana & Alegria”. Tal fato fez com que a loira passasse a incomodar a líder e, em alguns momentos, deixou a Globo em terceiro lugar nas manhãs. O programa conquistava média de 8 pontos com picos de 15.

Mesmo sendo exibido em apenas 20 minutos, o desenho se tornou a principal arma do canal de Edir Macedo, obrigando a líder a fazer alterações em sua programação matinal. No ano seguinte à estreia do japonês, a Globo lançou dentro do programa de Angélica uma atração semelhante a trama de Ash e Pikachu: o “Digimon” meses depois, o programa passou a ter novo formato e ganhou o título de “Bambuluá”.

Repetindo a mesma guerra entre emissoras dos EUA, a TV no Brasil deixou as crianças divididas, mas a preferência acabou ficando para o programa global. Em sua estreia — julho de 2000 —, o “Digimon” obteve pico de 13 pontos no Ibope, quando era exibido às 10h40. No mesmo horário, Eliana registrava 7 de média. “Pokémon”, passando por volta das 11h15, não batia de frente com a nova atração da Globo e ainda assim alcançava bons resultados, mesmo com audiência mais modesta.

No ano de estreia, em 1999, a animação fazia com que a atração de Eliana atingisse os dois dígitos. A média em seu primeiro ano foi de 13 pontos, mas, com a chegada de novos desenhos na Globo, em 2000, o “Pokémon” passou a ter média entre 7 e 8 pontos.

O programa virou sucesso na televisão e também fora dela. Além de duas músicas gravadas por Eliana em um disco infantil, os estranhos bichinhos da história de Ash ganharam filmes, jogos e “Pokémon” tornou-se sucesso também em faturamento comercial. Em apenas um ano, no Brasil, o desenho faturou 40 milhões de dólares.

Pokémon GO (ou Pokémon Go) é um jogo eletrônico free-to-play de realidade aumentada voltado para smartphones. Foi desenvolvido por uma colaboração entre a Niantic, Inc., a Nintendo e a The Pokémon Company para as plataformas iOS e Android. O jogo foi lançado em julho de 2016 em alguns países do mundo. Fazendo uso do GPS e câmera de dispositivos compatíveis, o jogo permite aos jogadores capturar, batalhar, e treinar criaturas virtuais, chamadas Pokémon, que aparecem nas telas de dispositivos como se fossem no mundo real.

Vamos ao que interessa! Ora, nas redes sociais, tenho visto diversos comportamentos sobre o jogo, e particularmente penso eu que isso não é um bicho de sete cabeças. Ora, eu tenho vários aplicativos e jogos no meu smartphone, e com relação ao Pokémon Go, não tenho interesse em instala-lo e nem muito menos jogar o jogo.

O que me deixa preocupado, são as várias teorias de conspirações, fanatismo, radicalismo e outras besteiras que os crentes vem dizendo. Na boca de muitos cristãos, permanece aquele velho jargão de atribuir tudo ao diabo, ao oculto e ao desconhecido. Não quero polemizar e nem muito menos buscar as origens do jogo, e do seu criador, mas opinar sobre como o jovem cristão precisa se posicionar sobre isso. O mais preocupante com relação aos riscos sobre jogar o tal jogo é a questão do fator tempo de nossas prioridades. O jogo em si não é problema, mas o uso dele é o que realmente importa. Eu gosto de jogos, de tecnologia assim como muitos irmãos, mas até que ponto isso vai?

Ora, se perdermos a noção de coisas básicas da nossa vida, se priorizarmos isso ao invés da leitura bíblica e da oração é preferível revermos nosso conceito de realidade cristã. O que prevalece em nossa cultura atualmente é passar o tempo na distração, e aquele que realmente tem um compromisso com Cristo precisa ter discernimento com essa característica pós-moderna. Jogando o jogo Pokémon Go, pode ser bom para alguns e ruim para outros.

Finalizando, acredito que o cristão pode ocupar seu tempo fazendo outra coisa, ler a bíblia, ou um bom livro e até mesmo assistir um documentário do que se prender nessa realidade virtual. É muito melhor focarmos em nossa família, em nosso trabalho, em nossos relacionamentos interpessoais, e principalmente em nossa comunhão com Deus. Nosso dia a dia, já é muito complicado, cheio de afazeres, tarefas, e desafios, e existem momentos, que realmente precisamos procurar algo para fazer, e na minha visão, é nessas horas que temos que focar em Cristo e em sua palavra. Essa é a minha opinião sobre o assunto! Nada contra quem joga, mas é preciso revermos nossas escolhas e prioridades.

Fontes:




sábado, 30 de julho de 2016

A hipocrisia de políticos da esquerda como os Clinton


Caro leitor, este é mais um texto sobre política, que na verdade é apenas um alerta, sobre uma característica ideológica da esquerda: A hipocrisia. Sim! A esquerda caviar é desse jeito, prega uma coisa vive outra totalmente diferente.

Aqui no Brasil, vemos o partido dos trabalhadores indo aos seus últimos suspiros, e a culpa é a do seu principal protagonista: O Lula, o “grande representante do povo, dos pobres, e do social”. Ora, o ex-presidente da república, está atolado até o pescoço em escândalos de corrupção, e nessa semana ele entrou para a história, como um grande representante da política brasileira que virou réu em uma operação da Polícia Federal.

Essa ideologia perniciosa, enganadora, perversa e hipócrita, está presente em vários políticos de esquerda, astros e estrelas do mundo da música e em atores de Hollywood. O cara prega o amor a todos, a paz, e um estilo simples de vida para a humanidade, mas vive outra coisa totalmente diferente. Os governos petistas exaltam o SUS como uma das maiores iniciativas do mundo para a saúde, mas sempre estão lá no Hospital Sírio-Libanês gozando de todas as regalias possíveis.

Falando sobre isso, Rodrigo Constantino diz algumas coisas interessantes

“Por que um ator de Hollywood, que possui até jato particular, diria para o restante das pessoas que seu estilo de vida precisa mudar, reduzindo sua “pegada de carbono” para salvar o planeta do aquecimento global? Como um intelectual sob todo o conforto ocidental pode abraçar tiranos assassinos dos países mais pobres? São questões complexas. Afinal, a contradição entre discurso e estilo de vida salta aos olhos de qualquer um, mas isso não parece motivo suficiente para incomodar os membros da esquerda caviar. Eles são capazes de proferir uma palestra inteira sobre as “maravilhas” do regime socialista, e logo depois negociar de forma intransigente um valor milionário para o cachê do próximo filme, ou embarcar para passar as férias nos States, para voltar com as malas cheias de roupas e objetos eletrônicos mais baratos (de preferência fugindo dos pesados impostos na Alfândega). Eles torram milhões em “jantares beneficentes”, com toda a pompa e gala, levantando fundos para “causas sociais” como a fome, enquanto degustam os mais caros vinhos e iguarias, apenas para regressar em limusines para seus palacetes com a sensação de que jamais pisaram na Terra seres tão bondosos. Eles podem escrever que Cuba é quase um paraíso, e minutos depois partir para um luxuoso apartamento em Paris. Ou podem pregar maiores impostos sobre os ricos em nome da igualdade, para em seguida lutar por benefícios fiscais para si próprios”.

O leitor deve se lembrar do meu aviso, sobre a precaução que devemos ter com relação as ideologias existentes nos partidos políticos que eu postei no blog, mas para aqueles que ainda não leram, vale a pena refletir nisso. Clique aqui

Em um futuro texto, pretendo falar sobre o socialismo, comunismo e outras ideologias defendidas pela esquerda política mundial, que destruiu inúmeros países. Não se engane caro leitor! Pense, seja prudente, leia bons livros de ótimos cientistas políticos e se esclareça dos enganos da hipocrisia esquerdista.

Flávio Quintela, em seu livro vai direto ao ponto

“Eis a real face do esquerdista: ele é tão “preocupado” com os pobres e oprimidos que prefere que as esmolas venham diretamente do Estado, das bolsas-isso e bolsas-aquilo, e posa, do alto de sua empáfia, como alguém bondoso e caridoso. E ignora que esse mesmo Estado consome uma parte tão grande dos seus recursos para se custear e para sustentar uma infinidade de aproveitadores, que os ditos pobres e oprimidos são os que mais pagam por isso, e no final das contas em vez de serem beneficiados são na verdade explorados, de todas as formas. Quem explora o pobre não é o empresário, para o qual quanto mais mercado consumidor melhor, e sim o Estado, para o qual quanto mais miséria e ignorância melhor”.

Bom, estes são só alguns esclarecimentos e abordagens de como a esquerda política dialoga, com discursos hipócritas e mentirosos. 

Vamos ao que interessa!

Nos Estados Unidos, a guerra entre o partido Republicano e o Partido Democrata está a todo vapor, com seus representantes presidenciáveis: Donald Trump e Hillary Clinton. Não quero agora falar sobre Donald Trump, e nem muito menos dizer quem vai ganhar, pois não tenho uma bola de cristal, mas ir diretamente em cima dos fatos sobre a família Clinton.

Ora, assim como Obama (o salvador do Mundo ou o messias para a esquerda) Hillary é a voz do povo americano, a salvadora e aquela pessoa que pode realmente mudar o mundo. Sim! Muita gente pensa assim, uns por falta de conhecimento, outros por causa do poder estatal que um possível governo dela pode oferecer.

Já citei acima as palavras de Rodrigo Constantino, mas vale pena refletir sobre o que ele diz sobre a família Clinton:

“Bill e Hillary Clinton são o casal esquerda caviar da década. Ambos costumam atacar o egoísmo, a ganância, o mercado, que “sabe o preço de tudo, mas não o valor das coisas”. Os Clinton são, segundo eles mesmos, um casal de classe média, gente como a gente. Boa parte do seu sucesso político se explica por essa jogada de marketing. Classe média? Já no primeiro ano de Bill Clinton como governador, o casal teve renda acima de US$ 400 mil, colocando-os no topo dos 1% mais ricos da América. Mas a cara de pau de Clinton não serve apenas para cometer perjúrio sobre sexo oral ou dizer que fumou maconha sem tragar. Ele repete que sempre paga a taxa máxima de impostos e, pior! assina o formulário sorrindo. Um estudo, porém, revelou que, desde 1991, os Clinton pagaram sete pontos percentuais a menos para a Receita (IRS) do que outros no mesmo grupo de renda. Enquanto a média ficou em 27%, os Clinton pagaram 20%. O casal estabeleceu um “trust” para, entre outras coisas, reduzir consideravelmente os impostos de herança quando morrerem. Sua filha, Chelsea, casada com um ex-banqueiro do Goldman Sachs (o Satã de Wall Street para a esquerda), comprou um apartamento avaliado em singelos US$ 10 milhões! Fica localizado no Madison Square Park, um dos locais mais reservados e chiques de Nova York. Quantos apartamentos de classe média é possível comprar com essa fortuna? Se o dinheiro é honesto, nada contra. O casal é livre para torrar como quiser. Essa, porém, é a típica bandeira liberal, oposta absolutamente ao esquerdismo combatido neste livro. Só não venham então posar de família padrão classe média, por favor, que isso ofende a turma que efetivamente rala sonhando em subir na vida, a despeito dos impostos pesados defendidos pela esquerda caviar. Como fica claro, o casal Clinton realmente acredita em maiores impostos para transferir riqueza dos ricos para os pobres; apenas não tem a sua riqueza em mente quando prega isso”.

Concluo esse artigo dizendo que não existe ninguém perfeito no contexto político, mas nós precisamos fazer nossa parte, observando o mundo, as notícias e o comportamento daqueles que “pretendem” fazer alguma coisa por nós. Já faz algum tempo que venho pesquisando sobre a ciência política, e de uma forma sincera me identifico com a direta política e com o conservadorismo. 

Flávio Quintela, já citado acima fala algo que me faz pensar e chegar à conclusão que esse é o caminho mais correto a seguir: "A liberdade que ainda existe no mundo, pelo menos em alguns lugares dele, é fruto único e exclusivo da herança judaico-cristã que a direita conservadora tanto procura preservar".

Todo cuidado é pouco, quando se trata da esquerda política e suas hipocrisias. Caro leitor, se atente aos fatos, estude mais e cuidado com as mentiras dessa ideologia que perneia não somente o Brasil, mas o mundo infelizmente.

Fontes:

Constantino, Rodrigo, Esquerda caviar: a hipocrisia dos artistas e intelectuais progressistas no Brasil e no Mundo/ Rodrigo Constantino – 1 edição. Rio de Janeiro, Editora Record, 2013. 

Flávio Quintela, mentiram e muito para mim, Vide Editorial. 



quarta-feira, 27 de julho de 2016

O processo de helenização no período interbíblico


Você já deve conhecer alguma coisa relacionada a Alexandre o Grande não é mesmo? Livros e mais livros de história falam e narram a história deste personagem. O que alguns cristãos não sabem, é a grande contribuição dele para a história do cristianismo e sua divulgação.

Na história da civilização humana, vemos como Deus é soberano, e que tudo está em seu controle, e em seus planos. Ora, a helenização do mundo conhecido nos tempos de transição entre o Antigo e Novo Testamento remete a mudanças incríveis para preparar o caminho para Jesus Cristo.

Antes de explicar sobre a helenização é preciso um rápido olhar sobre as definições e significados do termo período interbíblico pelo pastor Enèas Tognini (Em memória)

“Etimologicamente, “interbíblico” quer dizer “entre a Bíblia”, ou melhor, “entre os dois Testamentos”, isto é, entre o Antigo e o Novo Testamento. Daí também decorre a designação “Intertestamentário”. O Período Interbíblico tem início com a interrupção da atividade profética entre o povo de Deus. Malaquias foi o último profeta a transmitir as palavras do Senhor até o começo do ministério de João Batista. O ministério de Malaquias pode ser datado entre 470 a.C. a 433 a.C. O seu livro foi escrito em alguma data desse período. Malaquias termina com a promessa do precursor do Messias (Ml 4.4-6; 3.1). Mateus 3.1 é o cumprimento fiel dessa profecia. No entanto, entre a profecia (Ml 3.1) e seu cumprimento (Mt 3.1), transcorreram nada menos de 400 anos. Em ligeiros traços, temos aqui uma parte significativa da história do povo de Deus. No transcurso desses anos, houve mudanças radicais, na terra e na vida do povo do Senhor, como também na vida e nos costumes das nações gentias. O mapa-múndi sofreu sensíveis transformações. A história das apuradas civilizações oscila grandemente. Enquanto poderosíssimas civilizações eram sepultadas pelas armas brutais dos inimigos incontidos, outras surgiam aqui e acolá, graças às armas vitoriosas de povos conquistadores. Assim, os geógrafos-historiadores contemporâneos ou semicontemporâneos desses acontecimentos registraram em seus anais as diversas transformações pelas quais o mundo de então passou. Os 400 anos do Período Interbíblico caracterizam-se pela cessação da revelação bíblica, pelo silêncio profundo em que Deus permaneceu em relação ao seu povo, pois durante esse tempo nenhum profeta se levantou em nome de Deus. No silêncio desesperador desses 400 anos, o Senhor deixou que os esforços dos homens na resolução de problemas espirituais falhassem; que a filosofia se desmoronasse; que o poder material enfadasse as almas; que a imoralidade religiosa desiludisse a todos, mesmo os corações mais ímpios; que a corrupção campeasse e atingisse as raias da depravação, mostrando assim ao homem a inutilidade de tais sistemas e instituições”. [1]

No que se refere a helenização no período interbíblico, com ênfase do auge de Alexandre o grande e suas conquistas, vemos mais a frente os escritos neo-testamentários em o Novo Testamento com o grego koinê.

Um fato curioso, é quando colocamos nosso olhar, nosso pensamento, e nosso raciocínio nos evangelhos, no livro de Atos, nas cartas paulinas, nas cartas universais e no livro do apocalipse. Deus poderia ter usado o império Romano, bem como sua língua no que tange a originalidade do Cânon do Novo Testamento e sua estrutura linguística, mas Deus usou o Koinê, e essa língua tem muitas particularidades, quando estudamos a fundo sua história, sua cultura, e sua contribuição para o mundo, e principalmente para a história cristã.

Muito pertinente, é a explicação de Earle E. Cairns

“O Evangelho universal precisava de uma língua universal para poder exercer um impacto real sobre o mundo. Assim como o inglês no mundo moderno e o latim no mundo medieval erudito, o grego era a língua universal no mundo antigo. Na época em que surgiu o Império Romano, os romanos mais cultos falavam grego e latim. O processo pelo qual o grego se tornou a língua vernácula do mundo é interessante. O dileto ático usado pelos atenienses começou a ser usado amplamente no século v antes de Cristo com o crescimento do Império ateniense. Mesmo depois que o Império foi destruído ao final do século v, o dialeto de Atenas, que era o da literatura grega clássica, tornou-se a língua que Alexandre, seus soldados e os comerciantes do mundo helenístico entre 338 e 146 A.C. modificaram, enriqueceram e espalharam pela região do Mediterrâneo. Esse dialeto do homem comum, conhecido como Koiné e diferente do grego clássico. Foi através dele que os cristãos conseguiram se comunicar com os povos do mundo antigo, usando-o inclusive para escrever o seu Novo Testamento, o mesmo fazendo os judeus de Alexandria para escrever seu Antigo Testamento, a Septuaginta” [2]

Bom, já fazem alguns anos que estudo o grego koinê juntamente com a exegese neo-testamentária, e um conselho que dou aos meus leitores é que compensa estudar essa língua maravilhosa bem como sua história. Em um futuro artigo, pretendo recomendar alguns livros para quem deseja se aprofundar no estudo da exegese do NT e no estudo do grego koinê. 

Fontes:

[1] O período interbíblico – 400 anos de silêncio profético, Enéas Tognini, editora Hagnos.

[2] O cristianismo através dos séculos – uma história da igreja cristã, Earle E. Cairns, editora Vida Nova.




terça-feira, 19 de julho de 2016

Minha opinião sobre o cancelamento do evento da CPAD megastore


E lá vamos nós novamente! A turma do contra parece que está festejando. Bom, como assembleiano, pentecostal e arminiano eu não comemoro o cancelamento do evento da nossa editora, onde o reverendo Augustus Nicodemos Lopes iria palestrar sobre seu livro Apóstolos. Isso mesmo! Não irá mais ocorrer o evento e a palestra. Sinceramente é uma pena.

Ora, para começo de conversa, o palestrante iria falar um assunto que não está relacionado com a soteriologia e com o calvinismo. Meus leitores bem sabem, que sou um eterno defensor e divulgador da teologia arminiana, já fazem três anos que me identifico assim, e uma coisa que deixo clara, é que leio de tudo. Sim! Leio livros do reverendo Hernandes Dias Lopes, do Augustus Nicodemus e outros escritores calvinistas, e isso nunca me influenciou a pular fora, ou me identificar com a TULIP.

Uma coisa que tenho notado nas redes sociais, um local onde os ânimos se esquentam e os debates são intermináveis é a falta de maturidade de alguns irmãos que até são estudiosos, compromissados com a teologia, mas são imaturos na hora de se comportarem com relação a quem pensa diferente. Sou contra o calvinismo e não concordo com os posicionamentos do Augustus Nicodemus com relação a sua soteriologia e ao seu cessacionismo, mas isso não pode me classificar como um menino na fé e julgar um irmão em Cristo como um antagonista nas questões básicas relacionadas a amar ao próximo.

Existem calvinistas que tentam a todo o custo calvinizar a AD? Sim existe! O Nicodemus já falou em deboche com relação ao pentecostalismo? Novamente a resposta é sim! Ora, não sejamos bobos, essa situação está longe de ter um fim, mas sinceramente eu pergunto: Temos que tratar com a mesma moeda? Temos que rejeitar por completo nossos irmãos e teólogos calvinistas? Bom, na minha opinião a resposta é sonoro NÃO. A CPAD perdeu uma grande oportunidade, pois o evento iria abrir portas, ampliar algumas coisas e fechar a boca de muita gente que infelizmente não amadureceu sua teologia na pratica e fica de brincando na net.

Em nota, a editora se posicionou da seguinte maneira:

"Em razão da repercussão não desejada que estava causando nas últimas semanas entre alguns irmãos em Cristo, a palestra que o reverendo Augustus Nicodemus Lopes daria às 17h30 de hoje, dia 18 de julho de 2016, na CPAD Megastore, no Rio de Janeiro, foi, por ora (sic), suspensa. A palestra do reverendo Nicodemus foi agendada pela Editora Fiel e tinha por objetivo a divulgação do seu mais recente livro, intitulado "Apóstolos". A razão pela qual o evento foi suspenso não está relacionada com o conteúdo do livro nem com a pessoa do autor”.

Não quero entrar no mérito de dizer o que houve, mas todos nós sabemos não é mesmo? Aliás, até mesmo os escritores da CPAD divergem nas opiniões quando o assunto é a soteriologia e o calvinismo na AD. A nossa editora poderia ter mantido a agenda apesar da pressão nas redes sociais.

Repito o que eu disse anteriormente: Nosso grande problema como assembleianos e arminianos, é nossa pretensa ideia de pensar que não podemos comungar com outros irmãos, que seguem outras linhas teológicas, que entendem a mecânica da salvação de uma forma diferente da nossa. Os próximos capítulos em breve virão, dessa guerrinha entre calvinistas x arminianos nas redes sociais, um fenômeno que atualmente olho com cautela. Sou a favor do debate, mas no espirito da cordialidade de do respeito.

O irmão Alcino Júnior, que iria participar do evento, que aliás é um arminiano convicto, disse em seu blog:

“Como é de se observar, a CPAD não explicou em momento algum o real motivo do cancelamento. Optou pela vaguidade para esconder o fato de que o sectarismo seletivo, mais uma vez, triunfou. Como não somos crianças, sabemos bem o que aconteceu de verdade: um grupo de pessoas (incluindo membros, não-membros e até pastores das Assembleias de Deus) começou um movimento na internet para barrar o evento. Segundo eles, seria errado ter um palestrante como Augustus na livraria, uma vez que o mesmo não professa os mesmos pontos de vista da nossa denominação. Segundo eles, Nicodemus zomba da forma como vemos a atualidade dos dons, além de ser calvinista. Outro argumento usado é o fato de que as editoras reformadas não convidam pentecostais para seus eventos, portanto, os reformados também não devem ser convidados para eventos pentecostais”.

Seguindo a mesma linha do irmão Alcino, o moderador e editor do blog Teologia Pentecostal, diz o seguinte no seu artigo:

“O cancelamento lamentável da palestra do Augustus Nicodemus na CPAD MegaStore não é um evento qualquer, mas, infelizmente, abre um precedente muito perigoso para as Assembleias de Deus. A nossa denominação nunca agiu institucionalmente como “carrasco teológico” e, felizmente, não é raro ver assembleianos consumindo material produzido fora dos arraiais da instituição – e isso desde há muito tempo. É claro que sempre houve embates nas Assembleias de Deus, mas parte importante dessas disputadas giravam em torno de questões eclesiásticas ou administrativas, e, vejam bem, raramente doutrinárias. Discutir a doutrina natal e a própria identidade da denominação é sempre necessário, mas caminhar com intolerância diante de teologias antagônicas não só nos sufoca como despreza o Espírito Santo, isso mesmo, aquele que “sopra onde quer”. Todo crente que trata questões secundárias como verdades de vida e morte acaba, infelizmente, desprezando uma das maiores belezas da fé cristã: a unidade em Cristo Jesus na diversidade da multiforme graça de Deus”.

Enfim, concordo com o posicionamento dos nobres irmãos em Cristo nos seus respectivos blogs. Para encerrar, desejo que novos horizontes sejam abertos na AD, no que tange a uma comunhão melhor com nossos irmãos calvinistas e presbiterianos, e que de uma vez por todos possamos batalhar unicamente pelo que realmente interessa. Tomara que a editora chame novamente o Nicodemus, remarque outra agenda, e não somente ele, mas outros escritores e teólogos de outras confissões, que são homens de Deus, compromissados com a centralidade do Evangelho e com a refutação dos modismos do mundo evangélico atual. Deus abençoe a todos. Amém!

Recomendo a leitura dos dois textos que citei.

Para ler o texto do irmão Alcino, em seu blog, clique aqui

Leia também o texto do irmão Gutierres, clique aqui




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Carlos Roberto é casado com Ana Paula Gonçalves, pai do Bernardo Gonçalves Couto Lima, cristão pentecostal, filiado a COMADETRIM (Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus do Triângulo Mineiro), presbítero e professor de Escola Bíblica Dominical na Igreja Assembleia de Deus em Capinópolis-MG na faixa etária adultos, onde leciona na classe dos obreiros, estudante de teologia e possui o ensino médio. É vigilante patrimonial na empresa Algar Segurança e nas horas vagas é moderador desde blog.

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