Blog pessoal de reflexões, teologia, subsídios EBD, pentecostalismo, filosofia, política e outros assuntos

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Conselho importante: fazer propaganda política na igreja é crime e pecado


Caros leitores, venho por intermédio deste pequeno texto trazer em poucas palavras algumas recomendações e conselhos sobre o momento eleitoral que está logo aí. Sim! Todas as cidades brasileiras vão eleger prefeitos e vereadores dia 2 de outubro de 2016.

Já deu para perceber que eu gosto muito de política não é mesmo? Já postei algumas coisas no blog sobre o assunto. Acredito eu que o cristão precisa exercer seu papel na sociedade e votar, mas no que tange a igreja, esta precisa ter muita cautela e prudência com relação a propaganda política.

Infelizmente, acontece muitas vezes o que está ilustrado na imagem. São muitos pastores e líderes cristãos que não tem sabedoria, prudência e nem muito menos conhecimento de causa sobre o assunto para entenderem o real perigo dessa associação entre a política e a igreja.

Frases, jargões e expressões como: esse candidato é de Deus, votem em fulano, o beltrano vai construir nosso futuro templo, Deus disse que o Joãozinho vai ganhar, são muito comuns no âmbito de muitas igrejas que não são compromissadas com a moral, com a ética e com os princípios bíblicos da palavra de Deus.

A grande problemática da propaganda política na igreja, é justamente a consequência: o crime.  De acordo com a Lei 9.504/97 e de acordo com o artigo 13 da resolução 22.718/2008, do Tribunal Superior Eleitoral, fica proibida toda e qualquer propaganda eleitoral dentro de templos. A lei entende que os templos são espaços de acesso comum e não devem ser usados como palanques eleitorais.

Ora, a igreja precisa obedecer às leis dos homens! O princípio é válido e de uma forma reflexiva de suma importância. Automaticamente, se é crime dar espaço para a políticos se manifestarem em discursos nas igrejas, é pecado também. Muitos púlpitos, que deveriam pautar pela liturgia e por um culto equilíbrio pela ministração da bíblia servem para palanques e promessas de campanhas eleitorais.

Caro leitor, converse com seu pastor, fique atento, e não se conforme com uma situação dessa espécie. Compartilhe essa postagem com outros irmãos, líderes cristãos e outros pastores. Fica aqui meu conselho nessa reflexão para todos os meus amigos e irmãos em Cristo. Deus abençoe a todos! Vote consciente, e exerça seu papel na sua cidade!

Até a próxima...

Fontes:



quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Reflexões sobre o ministério cristão: Parte 3


Caros 59 leitores, finalmente chegamos a última parte dessa abordagem introdutória sobre as reflexões que podemos fazer sobre o ministério cristão. Na primeira parte dessa série, elenquei uma rápida explicação a luz do texto original de 1 Timóteo capítulo 3, as palavras que se relacionam com os termos presbíteros, bispos e pastores.

A segunda postagem, tratei de dialogar sobre Efésios 4.11 e a função ministerial de evangelista. Nessa terceira e última parte quero refletir com você caro leitor, sobre a situação de muitos obreiros que conhecemos na maioria das igrejas atualmente.

Na minha opinião, existe uma crise e um grande declínio na liderança eclesiástica assembleiana. Ser obreiro hoje é dia é muito fácil! Eu poderia dizer todos os fatores ou motivos de tantas crises, declínios e quedas no atual protestantismo brasileiro no que tange ao ministério cristão, mas confesso que essa tarefa é muito complicada, pois são vários comportamentos e vários possíveis razões para tal desordem.

Pretendo a nível introdutório, somente abordar algumas poucas coisas que na minha opinião desqualificam um obreiro para o ministério da liderança cristã.

A velha e costumeira ligação com a política

Deixo claro, que não sou contra um cristão ser candidato a cargo político e a participar das eleições municipais de sua cidade. Isso é importante! Mas na minha visão, um obreiro, pastor ou líder cristão, comprometido com a obra de Deus e com o evangelho não tem tempo para isso por causa do comprometimento e da urgência cristã.

Claro, sou da ideia, de que um crente, fiel a Deus, ao evangelho e a Cristo que não tenha nenhum vínculo com cargos eclesiásticos ou que seja obreiro na igreja pode ser bom político e dar uma grande contribuição para a sociedade. Existem muitos irmãos, que são conservadores, éticos, prezam pela família tradicional, são contra o aborto e contra a corrupção, mas o grande problema, é justamente esse: a maldita corrupção que se instaurou na nação brasileira. Como ser tentado com tanto dinheiro e não ceder? Somente em casos raros que isso é possível!

O site G1, citando dados do TSE, diz que o número de candidatos que usam o título de pastor no nome de urna cresceu 25% em comparação com as últimas eleições municipais, em 2012. Infelizmente, muitos desses candidatos não dão testemunho, não entendem nada de política e refletem o grande declínio dos nossos púlpitos. Enfim, o obreiro precisa se dedicar a palavra de Deus, a igreja, ao evangelho e ao reino de Deus.



O status social

Nesse ponto, não quero me delongar muito, mas somente dizer o que penso sobre muitas pessoas que são separadas para o ministério que não são chamadas por Deus. Sim! É isso mesmo! Elas foram consagradas ou escolhidas por causa do status social, por causa de dízimos, ofertas e altas posições na sua cidade. Não concordo com isso. O obreiro precisa ser chamado por Deus e cabe ao pastor entender isso. Mas infelizmente não ocorre o certo, e vemos muitos irmãos, que simplesmente ocupam uma cadeira em nossos púlpitos sem a devida chamada para o ministério. Oremos!

O Nepotismo

Para quem estuda a fundo a construção histórica da hierarquia assembleiana, entende muito bem que o nepotismo está enraizado em nossas igrejas e convenções, seja na CGADB ou na CONAMAD, isso é um assunto muito espinhoso e delicado. Alguns irmãos, que tem como parentes pastores e familiares gozam do privilégio de serem separados para ocuparem cargos eclesiásticos na AD. O nepotismo é isso, o favorecimento para com os parentes. Ora, se um filho de um determinado pastor presidente tem a chamada e a vocação para o pastorado, que a justiça seja feita e que o tal seja avaliado e escolhido para a nobre função, mas quando não tem a devida chamada forçar a barra é um declínio que remete a futuros problemas. O pastorado, é um chamado extraordinário, requer a vontade de Deus e não conformidade com o orgulho humano, privilégios e preferência. Ou seja, o aspirante precisa ser escolhido por Deus, e não por seus familiares ou parentes.

Conclusão

Eu poderia dizer mais, refletir algumas outras características sobre o ministério cristão atual, mas acredito que isso venha a acontecer em futuras postagens. Nesta última parte, me propus a classificar pelo menos três fatores que desqualificam o aspirante ao ministério cristão. Caro leitor, continue estudando o assunto.

As outras partes dessa série, podem ser lidas nos respectivos links:

Parte 1: https://carlosreflexoes.blogspot.com.br/2016/08/reflexoes-sobre-o-ministerio-cristao.html

Parte 2: https://carlosreflexoes.blogspot.com.br/2016/08/reflexoes-sobre-o-ministerio-cristao_27.html

O historiador e professor Maxwell Pinheiro Fajardo, membro e obreiro na região de Perus em São Paulo, escreveu uma tese de doutorado com o seguinte tema: Onde a luta se travar: a expansão das Assembleias de Deus no Brasil urbano (1946-1980). Aconselho meus leitores a leitura dessa importante fonte de informações. A tese, tem uma parte que explica com vários detalhes a história da hierarquia assembleiana. Aos interessados, por favor, cliquem aqui, para maiores informações.

Deus abençoe a todos! Possivelmente, no próximo artigo vou postar alguns conselhos e alertas para pastores e líderes cristãos no que tange as eleições municipais.

Deus abençoe a todos! Até a próxima...

Fontes: http://g1.globo.com/




terça-feira, 30 de agosto de 2016

Conheça meu novo blog, o Abordagens Paulinas

Enquanto dou uma pausa no artigo sobre o ministério cristão, pretendo neste texto dar algumas explicações sobre meu novo projeto, que já está em andamento. O blog Abordagens Paulinas, já era um sonho antigo que se tornou uma realidade.

Desde o início dos meus estudos bíblicos e teológicos me identifico com os escritos de Paulo, com sua história, que se inicia no escrito de Lucas, em Atos dos Apóstolos, e com o alto teor doutrinário de suas epístolas. A teologia paulina é uma das minhas maiores paixões teológicas, claro juntamente com a exegese neo-testamentária e o bom uso do grego koinê.

Além deste blog pessoal, um forte desejo do meu coração era criar um blog específico ou um local na web, onde eu poderia contribuir para o entendimento de muitos irmãos, e estudiosos, que assim como eu apreciam a teologia de Paulo.

Propósitos

Elenco aqui, algumas diretrizes, objetivos e propósitos desse projeto ousado. Na descrição do blog, que você poderá encontrar também na página do facebook, resumo da seguinte forma o que pretendo:

Um blog que visa abordar, dialogar e compartilhar a teologia paulina.

O propósito do Abordagens Paulinas, é abordar tudo sobre Paulo: Sua visão do evangelho, abordagens dos mais variados estudiosos, citações paulinas, exegese, críticas de obras literárias, e textos sobre o contexto da época do apóstolo dos gentios. Enfim, o enfoque desse blog é Paulo e sua teologia.

Sobre textos e artigos

Já foram postadas algumas coisas no blog, citações, introduções, textos e artigos. Deixo para os interessados alguns links, que na minha opinião são bem relevantes para futuros estudos e pesquisas no campo da teologia paulina:

Prólogo, Paulo um desafio. Por Udo Schnelle. Clique aqui.

Romanos 9. Uma interpretação correta é possível? Clique aqui

O contexto cultural nos tempos de Paulo. Clique aqui

A conversão de Paulo é a de um intelectual fariseu. Clique aqui

Facebook e twitter

Sim! O blog está nas redes sociais!

Este é o link para a página no facebook. Clique aqui

Link para o twitter. Clique aqui

Um pedido aos meus leitores

Peço encarecidamente a você caro leitor, que siga meu novo blog, leia os artigos, e compartilhe os posts com seus amigos. Tenho muitos planos para este novo projeto, e conto com a oração de todos, e com ajuda e auxílios. Claro! Opiniões são bem-vindas, bem como sugestões de temas e artigos. Enfim, Deus abençoe a todos!





sábado, 27 de agosto de 2016

Reflexões sobre o ministério cristão: Parte 2


E ele designou uns como apóstolos, outros como profetas, outros como evangelistas, e ainda outros como pastores e mestres. (Efésios 4.11)

Continuando minhas reflexões sobre o ministério cristão, pretendo neste texto abordar a questão do dom ministerial de evangelista. Esse dom, foi de suma importância para a propagação do evangelho na igreja primitiva, e a divulgação das boas novas nos territórios gentílicos, se deu por intermédio de homens vocacionados por Deus para evangelizar.

Segundo Barclay, “a eles correspondem na atualidade os que chamamos missionários. Paulo escreve a Timóteo: "Faz obra de evangelista" (2 Timóteo 4:5). Os evangelistas eram os portadores das boas novas. Não possuíam o prestígio e a autoridade dos apóstolos enviados diretamente pelo Senhor; tampouco possuíam a influência dos profetas inspirados pelo Espírito; eram os missionários de batalha da Igreja portadores da mensagem das boas novas a um mundo que jamais o tinha ouvido. No Novo Testamento os evangelistas apenas sim se mencionam; mas deveram ter sido os servidores anônimos que levaram o nome de Cristo a todo mundo”.

No capítulo 8 do livro de Atos dos Apóstolos, vemos as narrativas dos dois primeiros evangelistas da igreja primitiva, que deram uma grande contribuição para que a mensagem do evangelho fosse anunciada, e os riscos eram grandes, e mesmo assim, eles foram fieis, destemidos e ousados ao cumprirem seus respectivos ministérios. Estevão e Filipe foram homens a frente de seu tempo!

Essa série, é somente introdutória e de caráter reflexivo, e em futuros artigos, pretendo elencar com maiores detalhes a questão do dom ministerial de evangelista. Existe uma tese de doutorado, que explica com detalhes históricos e precisos a formação do pensamento hierárquico da AD, e recomendo aos meus leitores a leitura. Para maiores informações, entrem neste link.

Encerro este texto, falando diretamente dos nossos ministros. Sim! Em nossas convenções, os evangelistas são chamados assim, pois são filiados na CGADB ou na CONAMAD. Infelizmente, a banalização do ministério cristão, no contexto assembleiano e pentecostal é uma realidade, e muitos só pensam no cargo, na função em si ou no status, que remete automaticamente a uma promoção ao pastorado.

Em seu livro, o Desafio da Evangelização, o pastor e teólogo pentecostal Claudionor de Andrade vai direto ao ponto, explicando essa característica preocupante:

“Em algumas igrejas, o evangelista é visto mais como investidura eclesiástica do que, propriamente, como dom ministerial. Conclui-se que somente deve ser reconhecido como evangelista o que foi agraciado com semelhante dom. Doutra forma, teremos um clero inflado de evangelistas que, em vez de ganhar almas para Cristo, desgastam-se emocional e espiritualmente, aguardando uma eventual promoção ao pastorado. A hierarquização eclesiástica, nesse sentido, é mais do que nociva ao crescimento saudável do corpo de Cristo; é deletéria e mortal. Que sejamos criteriosos na escolha daqueles que sairão pelo mundo a proclamar a mensagem do evangelho”.

Pois é, o critério, a reflexão e a conscientização da escolha são fatores que devem ser levados em conta pelas nossas lideranças e convenções e esse fato está longe de uma solução. Enfim, pelo menos, nós podemos analisar e pensar sobre um futuro melhor para nossas igrejas, ministérios e convenções. Compartilhe esse post com seus amigos obreiros nas redes sociais! 

Na última parte dessa série, pretendo falar justamente sobre a escolha de obreiros para o ministério e sobre a consagração de pessoas que não são chamadas por Deus, mas por causa de vários fatores, como: o status social, família e acordos políticos são apresentadas. Aguardem! Deus abençoe a todos! Amém!

Fontes:

[1] Bíblia Sagrada Almeida Século 21.

[2] Barclay, William. Gaiatasy Efésios. Buenos Aires: Editorial la Aurora.

[3] Claudionor de Andrade. O Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de Levar as Boas Novas a Toda a Criatura. CPAD.


sábado, 13 de agosto de 2016

Reflexões sobre o ministério cristão: Parte 1


Caros leitores, venho por intermédio dessa série refletir sobre o ministério cristão e suas particularidades. Ora, trabalhar na igreja é uma coisa muito séria, e infelizmente nossa contemporaneidade cristã parece não entender isso. Neste primeiro texto, que é introdutório, pretendo apenas destacar algumas coisas do capítulo 3 da primeira epístola pastoral de Paulo a Timóteo. Na segunda parte dessa série, vou elencar algumas coisas sobre o dom ministerial de evangelista, e a parte final focarei sobre o papel de nossas lideranças eclesiásticas, pastores e convenções a respeito de quem deve ou não ser separado para ser obreiro na igreja.

Bom, sobre a procedência e dinâmica do ministério cristão, em 1 Timóteo capítulo 3, vemos claramente os deveres dos presbíteros, bispos e pastores. Duas coisas me chamam a atenção nesse texto, e infelizmente muitos não se atentam para estes fatos. A primeira, é sobre o significado das palavras presbíteros, bispos e pastores. Ora, quando analisamos o texto original, ou seja, o grego, constatamos que essas três palavras tem o mesmo significado.

A palavra grega Επισκοπης, que remete a palavra Episkopos, traz a ideia de: investigação, inspeção, visitação, ou dirigente de uma Igreja Cristã.  A segunda coisa, que percebo no texto, é que na verdade ele fala sobre a questão da dedicação, vocação, e desejo por ensinar a palavra de Deus.  Paulo diz claramente em 1 Timóteo no versículo 2 do capítulo 3 na parte final que o obreiro cristão tem que ser apto para ensinar. No original grego, a palavra διδακτικον, que está relacionada com didática, significa alguém que é capaz, ou é perito no ensino cristão.

Cá entre nós, eu pergunto: quais seriam os motivos de vermos tantos obreiros despreparados em nossos púlpitos? Vou tentar responder nas próximas postagens sobre essa grande problemática em nosso cristianismo moderno, mas refletindo ainda sobre as duas palavras gregas que citei, entendo que elas têm sido mal interpretadas em nossa contemporaneidade cristã e teológica, justamente, por causa da falta de preparo teológico de muitos líderes cristãos, e por causa também do neo-pentecostalismo, que idolatra, ou prioriza o obreiro cristão a uma posição anti-bíblica.  

Para encerrar, tem a questão de muitos supostos aspirantes ao ministério cristão, que são reconhecidos, sagrados, e separados para serem presbíteros, bispos, ou até pastores sem ao menos ter o dom do ensino, ou da pregação, até porque, em se tratando da palavra de Deus, não podemos fugir do que é correto, e se a Bíblia diz que o aspirante ao episcopado tem que ser apto para o ensino, ele tem que saber ensinar. Mas, muitos líderes, querem separar obreiros, sem preparo, só por causa de status. Meu desejo, é que os líderes, e pastores, de nossa nação, reflitam mais sobre estas duas verdades, sobre o ministério cristão, que não podem ser desprezadas, ou tiradas de nosso contexto contemporâneo protestante e evangélico.

Aguardem, em breve estarei disponibilizando as próximas partes dessa série.

Fontes:

Léxico do Novo Testamento Grego - F. Wilbur Gingrich e Frederick W. Danker. Editora Vida Nova.

Dicionário bíblico Strong – Hebraico, Aramaico e Grego de Strong, Sociedade Bíblica do Brasil.

Chave linguística do Novo Testamento - Fritz Reinecker e Cleon Rogers, Editora Vida Nova. 

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Assunto do quarto trimestre de 2016 das lições bíblicas


Esta é a capa e o tema do 4º trimestre de 2016 da Revista Lições Bíblicas Adultos!

O Deus de toda provisão - Esperança e sabedoria divina para a Igreja em meio às crises.

Comentários: Pr. Elienai Cabral.

Sumário:

Lição 1 - A Sobrevivência em Tempos de Crise

Lição 2 - A Provisão de Deus em Tempos Difíceis

Lição 3 - Abraão, a Esperança do Pai da Fé

Lição 4 - A Provisão de Deus no Monte do Sacrifício

Lição 5 - As Consequências das Escolhas Precipitadas

Lição 6 - Deus: O Nosso Provedor

Lição 7 - José: Fé em Meio às Injustiças

Lição 8 - Rute, Deus Trabalha pela Família

Lição 9 - O Milagres Está em Sua Casa

Lição 10 - Adorando a Deus em Meio a Calamidade

Lição 11 - O Socorro de Deus para Livrar o seu Povo

Lição 12 - Sabedoria Divina para Tomada de Decisões

Lição 13 - A Fidelidade de Deus


Fonte: Editora CPAD.

sábado, 6 de agosto de 2016

Um cristão pode jogar Pokémon Go?


Caros 57 leitores, por causa da nova onda que permeia nossa juventude e demais brasileiros atualmente, resolvi expor aqui no blog minha opinião sobre o jogo Pokémon Go. No que se refere aos cristãos, fica no ar a grande pergunta: Pode o cristão jogar isso?

Bom, antes de deixar o que penso sobre o assunto, preciso lembrar do desenho que era transmitido no final dos anos 90 na TV brasileira. Era um sucesso, e muitas crianças assistiam. Lembro-me muito bem, dos meus tempos de infância quando eu via o tal desenho e seu concorrente o Digimon.

O anime japonês foi o responsável por alavancar a audiência de Eliana, na Record. Disputando, na época, com o “Angel Mix” (Globo) e com o “Bom dia e Cia” (SBT), a direção da Record decidiu pela compra dos direitos de “Pokémon” para ser transmitido dentro das três horas de exibição do “Eliana & Alegria”. Tal fato fez com que a loira passasse a incomodar a líder e, em alguns momentos, deixou a Globo em terceiro lugar nas manhãs. O programa conquistava média de 8 pontos com picos de 15.

Mesmo sendo exibido em apenas 20 minutos, o desenho se tornou a principal arma do canal de Edir Macedo, obrigando a líder a fazer alterações em sua programação matinal. No ano seguinte à estreia do japonês, a Globo lançou dentro do programa de Angélica uma atração semelhante a trama de Ash e Pikachu: o “Digimon” meses depois, o programa passou a ter novo formato e ganhou o título de “Bambuluá”.

Repetindo a mesma guerra entre emissoras dos EUA, a TV no Brasil deixou as crianças divididas, mas a preferência acabou ficando para o programa global. Em sua estreia — julho de 2000 —, o “Digimon” obteve pico de 13 pontos no Ibope, quando era exibido às 10h40. No mesmo horário, Eliana registrava 7 de média. “Pokémon”, passando por volta das 11h15, não batia de frente com a nova atração da Globo e ainda assim alcançava bons resultados, mesmo com audiência mais modesta.

No ano de estreia, em 1999, a animação fazia com que a atração de Eliana atingisse os dois dígitos. A média em seu primeiro ano foi de 13 pontos, mas, com a chegada de novos desenhos na Globo, em 2000, o “Pokémon” passou a ter média entre 7 e 8 pontos.

O programa virou sucesso na televisão e também fora dela. Além de duas músicas gravadas por Eliana em um disco infantil, os estranhos bichinhos da história de Ash ganharam filmes, jogos e “Pokémon” tornou-se sucesso também em faturamento comercial. Em apenas um ano, no Brasil, o desenho faturou 40 milhões de dólares.

Pokémon GO (ou Pokémon Go) é um jogo eletrônico free-to-play de realidade aumentada voltado para smartphones. Foi desenvolvido por uma colaboração entre a Niantic, Inc., a Nintendo e a The Pokémon Company para as plataformas iOS e Android. O jogo foi lançado em julho de 2016 em alguns países do mundo. Fazendo uso do GPS e câmera de dispositivos compatíveis, o jogo permite aos jogadores capturar, batalhar, e treinar criaturas virtuais, chamadas Pokémon, que aparecem nas telas de dispositivos como se fossem no mundo real.

Vamos ao que interessa! Ora, nas redes sociais, tenho visto diversos comportamentos sobre o jogo, e particularmente penso eu que isso não é um bicho de sete cabeças. Ora, eu tenho vários aplicativos e jogos no meu smartphone, e com relação ao Pokémon Go, não tenho interesse em instala-lo e nem muito menos jogar o jogo.

O que me deixa preocupado, são as várias teorias de conspirações, fanatismo, radicalismo e outras besteiras que os crentes vem dizendo. Na boca de muitos cristãos, permanece aquele velho jargão de atribuir tudo ao diabo, ao oculto e ao desconhecido. Não quero polemizar e nem muito menos buscar as origens do jogo, e do seu criador, mas opinar sobre como o jovem cristão precisa se posicionar sobre isso. O mais preocupante com relação aos riscos sobre jogar o tal jogo é a questão do fator tempo de nossas prioridades. O jogo em si não é problema, mas o uso dele é o que realmente importa. Eu gosto de jogos, de tecnologia assim como muitos irmãos, mas até que ponto isso vai?

Ora, se perdermos a noção de coisas básicas da nossa vida, se priorizarmos isso ao invés da leitura bíblica e da oração é preferível revermos nosso conceito de realidade cristã. O que prevalece em nossa cultura atualmente é passar o tempo na distração, e aquele que realmente tem um compromisso com Cristo precisa ter discernimento com essa característica pós-moderna. Jogando o jogo Pokémon Go, pode ser bom para alguns e ruim para outros.

Finalizando, acredito que o cristão pode ocupar seu tempo fazendo outra coisa, ler a bíblia, ou um bom livro e até mesmo assistir um documentário do que se prender nessa realidade virtual. É muito melhor focarmos em nossa família, em nosso trabalho, em nossos relacionamentos interpessoais, e principalmente em nossa comunhão com Deus. Nosso dia a dia, já é muito complicado, cheio de afazeres, tarefas, e desafios, e existem momentos, que realmente precisamos procurar algo para fazer, e na minha visão, é nessas horas que temos que focar em Cristo e em sua palavra. Essa é a minha opinião sobre o assunto! Nada contra quem joga, mas é preciso revermos nossas escolhas e prioridades.

Fontes:




sábado, 30 de julho de 2016

A hipocrisia de políticos da esquerda como os Clinton


Caro leitor, este é mais um texto sobre política, que na verdade é apenas um alerta, sobre uma característica ideológica da esquerda: A hipocrisia. Sim! A esquerda caviar é desse jeito, prega uma coisa vive outra totalmente diferente.

Aqui no Brasil, vemos o partido dos trabalhadores indo aos seus últimos suspiros, e a culpa é a do seu principal protagonista: O Lula, o “grande representante do povo, dos pobres, e do social”. Ora, o ex-presidente da república, está atolado até o pescoço em escândalos de corrupção, e nessa semana ele entrou para a história, como um grande representante da política brasileira que virou réu em uma operação da Polícia Federal.

Essa ideologia perniciosa, enganadora, perversa e hipócrita, está presente em vários políticos de esquerda, astros e estrelas do mundo da música e em atores de Hollywood. O cara prega o amor a todos, a paz, e um estilo simples de vida para a humanidade, mas vive outra coisa totalmente diferente. Os governos petistas exaltam o SUS como uma das maiores iniciativas do mundo para a saúde, mas sempre estão lá no Hospital Sírio-Libanês gozando de todas as regalias possíveis.

Falando sobre isso, Rodrigo Constantino diz algumas coisas interessantes

“Por que um ator de Hollywood, que possui até jato particular, diria para o restante das pessoas que seu estilo de vida precisa mudar, reduzindo sua “pegada de carbono” para salvar o planeta do aquecimento global? Como um intelectual sob todo o conforto ocidental pode abraçar tiranos assassinos dos países mais pobres? São questões complexas. Afinal, a contradição entre discurso e estilo de vida salta aos olhos de qualquer um, mas isso não parece motivo suficiente para incomodar os membros da esquerda caviar. Eles são capazes de proferir uma palestra inteira sobre as “maravilhas” do regime socialista, e logo depois negociar de forma intransigente um valor milionário para o cachê do próximo filme, ou embarcar para passar as férias nos States, para voltar com as malas cheias de roupas e objetos eletrônicos mais baratos (de preferência fugindo dos pesados impostos na Alfândega). Eles torram milhões em “jantares beneficentes”, com toda a pompa e gala, levantando fundos para “causas sociais” como a fome, enquanto degustam os mais caros vinhos e iguarias, apenas para regressar em limusines para seus palacetes com a sensação de que jamais pisaram na Terra seres tão bondosos. Eles podem escrever que Cuba é quase um paraíso, e minutos depois partir para um luxuoso apartamento em Paris. Ou podem pregar maiores impostos sobre os ricos em nome da igualdade, para em seguida lutar por benefícios fiscais para si próprios”.

O leitor deve se lembrar do meu aviso, sobre a precaução que devemos ter com relação as ideologias existentes nos partidos políticos que eu postei no blog, mas para aqueles que ainda não leram, vale a pena refletir nisso. Clique aqui

Em um futuro texto, pretendo falar sobre o socialismo, comunismo e outras ideologias defendidas pela esquerda política mundial, que destruiu inúmeros países. Não se engane caro leitor! Pense, seja prudente, leia bons livros de ótimos cientistas políticos e se esclareça dos enganos da hipocrisia esquerdista.

Flávio Quintela, em seu livro vai direto ao ponto

“Eis a real face do esquerdista: ele é tão “preocupado” com os pobres e oprimidos que prefere que as esmolas venham diretamente do Estado, das bolsas-isso e bolsas-aquilo, e posa, do alto de sua empáfia, como alguém bondoso e caridoso. E ignora que esse mesmo Estado consome uma parte tão grande dos seus recursos para se custear e para sustentar uma infinidade de aproveitadores, que os ditos pobres e oprimidos são os que mais pagam por isso, e no final das contas em vez de serem beneficiados são na verdade explorados, de todas as formas. Quem explora o pobre não é o empresário, para o qual quanto mais mercado consumidor melhor, e sim o Estado, para o qual quanto mais miséria e ignorância melhor”.

Bom, estes são só alguns esclarecimentos e abordagens de como a esquerda política dialoga, com discursos hipócritas e mentirosos. 

Vamos ao que interessa!

Nos Estados Unidos, a guerra entre o partido Republicano e o Partido Democrata está a todo vapor, com seus representantes presidenciáveis: Donald Trump e Hillary Clinton. Não quero agora falar sobre Donald Trump, e nem muito menos dizer quem vai ganhar, pois não tenho uma bola de cristal, mas ir diretamente em cima dos fatos sobre a família Clinton.

Ora, assim como Obama (o salvador do Mundo ou o messias para a esquerda) Hillary é a voz do povo americano, a salvadora e aquela pessoa que pode realmente mudar o mundo. Sim! Muita gente pensa assim, uns por falta de conhecimento, outros por causa do poder estatal que um possível governo dela pode oferecer.

Já citei acima as palavras de Rodrigo Constantino, mas vale pena refletir sobre o que ele diz sobre a família Clinton:

“Bill e Hillary Clinton são o casal esquerda caviar da década. Ambos costumam atacar o egoísmo, a ganância, o mercado, que “sabe o preço de tudo, mas não o valor das coisas”. Os Clinton são, segundo eles mesmos, um casal de classe média, gente como a gente. Boa parte do seu sucesso político se explica por essa jogada de marketing. Classe média? Já no primeiro ano de Bill Clinton como governador, o casal teve renda acima de US$ 400 mil, colocando-os no topo dos 1% mais ricos da América. Mas a cara de pau de Clinton não serve apenas para cometer perjúrio sobre sexo oral ou dizer que fumou maconha sem tragar. Ele repete que sempre paga a taxa máxima de impostos e, pior! assina o formulário sorrindo. Um estudo, porém, revelou que, desde 1991, os Clinton pagaram sete pontos percentuais a menos para a Receita (IRS) do que outros no mesmo grupo de renda. Enquanto a média ficou em 27%, os Clinton pagaram 20%. O casal estabeleceu um “trust” para, entre outras coisas, reduzir consideravelmente os impostos de herança quando morrerem. Sua filha, Chelsea, casada com um ex-banqueiro do Goldman Sachs (o Satã de Wall Street para a esquerda), comprou um apartamento avaliado em singelos US$ 10 milhões! Fica localizado no Madison Square Park, um dos locais mais reservados e chiques de Nova York. Quantos apartamentos de classe média é possível comprar com essa fortuna? Se o dinheiro é honesto, nada contra. O casal é livre para torrar como quiser. Essa, porém, é a típica bandeira liberal, oposta absolutamente ao esquerdismo combatido neste livro. Só não venham então posar de família padrão classe média, por favor, que isso ofende a turma que efetivamente rala sonhando em subir na vida, a despeito dos impostos pesados defendidos pela esquerda caviar. Como fica claro, o casal Clinton realmente acredita em maiores impostos para transferir riqueza dos ricos para os pobres; apenas não tem a sua riqueza em mente quando prega isso”.

Concluo esse artigo dizendo que não existe ninguém perfeito no contexto político, mas nós precisamos fazer nossa parte, observando o mundo, as notícias e o comportamento daqueles que “pretendem” fazer alguma coisa por nós. Já faz algum tempo que venho pesquisando sobre a ciência política, e de uma forma sincera me identifico com a direta política e com o conservadorismo. 

Flávio Quintela, já citado acima fala algo que me faz pensar e chegar à conclusão que esse é o caminho mais correto a seguir: "A liberdade que ainda existe no mundo, pelo menos em alguns lugares dele, é fruto único e exclusivo da herança judaico-cristã que a direita conservadora tanto procura preservar".

Todo cuidado é pouco, quando se trata da esquerda política e suas hipocrisias. Caro leitor, se atente aos fatos, estude mais e cuidado com as mentiras dessa ideologia que perneia não somente o Brasil, mas o mundo infelizmente.

Fontes:

Constantino, Rodrigo, Esquerda caviar: a hipocrisia dos artistas e intelectuais progressistas no Brasil e no Mundo/ Rodrigo Constantino – 1 edição. Rio de Janeiro, Editora Record, 2013. 

Flávio Quintela, mentiram e muito para mim, Vide Editorial. 



Moderador

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Carlos Roberto é casado com Ana Paula Gonçalves, pai do Bernardo Gonçalves Couto Lima, cristão pentecostal, filiado a COMADETRIM (Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus do Triângulo Mineiro), presbítero e professor de Escola Bíblica Dominical na Igreja Assembleia de Deus em Capinópolis-MG na faixa etária adultos, onde leciona na classe dos obreiros, estudante de teologia e possui o ensino médio. É vigilante patrimonial na empresa Algar Segurança e nas horas vagas é moderador desde blog.

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A hipocrisia de políticos da esquerda como os Clinton

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